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Memes Agosto 8, 2008

Posted by Natty Lynn in Geral.
2 comments

Postando mais de uma vez por dia comofis//

Sobre o post anterior. Tudo o que sei dizer é que muitas coisas estão mudando… Desde o começo do ano, tudo está mudando. Mas agora é que algumas mudanças começam a me fazer sentido… E isso influencia no jeito de escrever. Também foi a primeira “coisa” que consegui escrever, em meses. Dêem um crédito, vai. u.u

Enfim… Vim aqui pra postar Memes! XD

COMPLETE:

- Eu tenho: 17 anos e um pouco de sono agora.
- Eu desejo: respostas.
- Eu odeio: funk do crééééu.
- Eu escuto: atualmente? Evanescence, The Strokes, Stereophonics, Travis. Estou numa fase meio indie da música.
- Eu tenho medo de: ficar sozinha no escuro. Mas não tenho medo do escuro, nem de ficar sozinha.
- Eu não estou: tão feliz quanto gostaria.
- Eu estou: jantando. (servidos?)
- Eu perco: muito tempo na internet (vício desgramento :B), a hora de acordar, moedas…
- Eu preciso: de muitas coisas. Mais dinheiro, seria bom.
- Me dói: o coração burro.

SIM OU NÃO?

- Tem um diário? Tenho ;O
- Gosta de cozinhar? Não é meu forte, mas é divertido.
- Gosta de tempestades? Só quando não preciso/quero usar o pc.
- Há algum segredo que vc não tenha contado à ninguém? Só segredos dos outros.
- Acredita no amor? Tá difícil hoje em dia, mas ainda acredito.
- Toma banho todos os dias? Sim o.o”
- Quer casar? Quero… Na praia (a noite bee, lual ruleia) *-*
- Quer ter filhos? Não mais. Mas quem sabe…

(mais…)

Psicose Agosto 8, 2008

Posted by Natty Lynn in Story.
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- Mentira! – disse. – Você fala isso para todas!

- Apenas falei a verdade: você é linda. Por que é tão difícil as mulheres de hoje em dia acreditarem em elogios? – perguntou, enquanto delicadamente colocava os cabelos dela atés da orela.

- Por que é tão difícil os homens de hoje em dia serem mais originais… E menos previsíveis? – completou a frase sem emoção, recostou a cabeça no banco do passageiro e soltou o cinto de segurança.

Ele estacionou em frente à casa dela, numa freada brusca que ecoou pela rua deserta. Empurrou-a conta a porta do carro e desabotoou sua camisa e saia, sussurando em seu ouvido:

- Isso está imprevisível o bastante para você?

Ela apenas fechou os olhos e correspondeu aos movimentos dele, mecanicamente. Por quinze, vinte minutos, permitiu-se render.

- Agora você é minha, querida.

Aquelas palavras soaram como um despertar para ambos. Ele colocou a mão dentro do paletó e sacou um canivete, pronto para degolá-lá.

Ela o encarou friamente, e tão logo segurou a mão dele e atirou longe a arma. Gargalhou sarcasticamente, beijou-lhe a boca, depois cravou as unhas compridas e afiadas em seu pescoço, sufocando-o até a morte.

- Não desta vez, querido.

Fumou um cigarro, vestiu-se e atirou o corpo num rio qualquer. Elogios baratos e sexo sem compromisso. Ele foi mais um que não conseguiu impressioná-la, afinal. Poderiam haver outras saídas. Mas terminar lhe soava tão piegas.